A velocidade de nossos pensamentos jogam o destino contra a parede, driblar as emoções e
sobrepujar a consciência de fato é querer perder o prumo ficar sem rumo, no sentido inverso de nossa força resistindo bravamente a nada...tôda vez que entro em mim, constato quantas vezes lancei dados para perder como coringa, na ginga dos meus inoportunos deslizes para comigo mesma. Fico em um espaço de estranheza quando avalio a contabilidade dos meus sonhos, ideais e confusos rabiscos que vou pelo caminho esboçando. Desembaraçar o emaranhado de linhas como bola de neve, que ao contato géla as mãos, fére...pudera...esconder-se da verdade é construir com a energia de minha leitura o oposto de tudo que sou e estou. Ninguém me bate, por alguma razão eu me firo chegando a conclusão de que precisamente neste instante, como eu, muitos estão, em um túnel submerso, apanhando migalhas de emoção detritos do Eu Sou, que mantivémos prisioneiros. Acordada...partindo do ponto zero excelente para a fase de construção, tijolo por tijolo, vou enfileirando como soldados, os dardos que mantive atados a minhas vestes. Estou em fase de teste..quem me déra saber a razão de me invadir sempre com essa fúria tamanha. Sentada em um facho de luz coabitando com meu banco de memória, que nóia...O Equilíbrio é pra artista, que não anda em cordas bambas, nem promete solidez a sí próprio. Tudo em constante transformação...meu mundo sendo iluminado por meu próprio advogado, a razão, a dimensão de minhas necessidades como mulher, como amiga como fruto de quem sabe um tesão.A verdade é em preto e branco, os tons só com minha aquarela conseguirei mesclar...começo neste agora minha jogada decisiva...amar incondicionalmente a mim mesma, para quem sabe trazer estrêlas de presente a todos que amo e também aos que desando afinal são parte da minha edificação, queira eu ou não. Amo meus deslizes, minhas caretices, meus acessos de consciência tardia, amo tudo que amei e também que odiei. Sem fantasias...sem mais idas e vindas...voltei pra mim, prometendo construir o mais belo castelo que já tive, o mais belo par romântico, no cântico do menestreis e quem sabe alcance o equilíbrio pra deixar meu edíficio de pé.
Beijos e Xeiros
da Maluzinha
sobrepujar a consciência de fato é querer perder o prumo ficar sem rumo, no sentido inverso de nossa força resistindo bravamente a nada...tôda vez que entro em mim, constato quantas vezes lancei dados para perder como coringa, na ginga dos meus inoportunos deslizes para comigo mesma. Fico em um espaço de estranheza quando avalio a contabilidade dos meus sonhos, ideais e confusos rabiscos que vou pelo caminho esboçando. Desembaraçar o emaranhado de linhas como bola de neve, que ao contato géla as mãos, fére...pudera...esconder-se da verdade é construir com a energia de minha leitura o oposto de tudo que sou e estou. Ninguém me bate, por alguma razão eu me firo chegando a conclusão de que precisamente neste instante, como eu, muitos estão, em um túnel submerso, apanhando migalhas de emoção detritos do Eu Sou, que mantivémos prisioneiros. Acordada...partindo do ponto zero excelente para a fase de construção, tijolo por tijolo, vou enfileirando como soldados, os dardos que mantive atados a minhas vestes. Estou em fase de teste..quem me déra saber a razão de me invadir sempre com essa fúria tamanha. Sentada em um facho de luz coabitando com meu banco de memória, que nóia...O Equilíbrio é pra artista, que não anda em cordas bambas, nem promete solidez a sí próprio. Tudo em constante transformação...meu mundo sendo iluminado por meu próprio advogado, a razão, a dimensão de minhas necessidades como mulher, como amiga como fruto de quem sabe um tesão.A verdade é em preto e branco, os tons só com minha aquarela conseguirei mesclar...começo neste agora minha jogada decisiva...amar incondicionalmente a mim mesma, para quem sabe trazer estrêlas de presente a todos que amo e também aos que desando afinal são parte da minha edificação, queira eu ou não. Amo meus deslizes, minhas caretices, meus acessos de consciência tardia, amo tudo que amei e também que odiei. Sem fantasias...sem mais idas e vindas...voltei pra mim, prometendo construir o mais belo castelo que já tive, o mais belo par romântico, no cântico do menestreis e quem sabe alcance o equilíbrio pra deixar meu edíficio de pé.
Beijos e Xeiros
da Maluzinha











