Conversando com Alice cheguei a uma conclusão, todos tem seu dia de cão. Pefiro chamar de momento Severina, quando temos vontade de rodar a saia da baiana dominada por tantas convenções, Aquela Severina que bate o pé no chão, tira a tamanca e olha atravessado, quer olho no olho, de bico levantado, feito galos de briga que levantam suas asas e partem para uma dividida...são instantes que nos permitem extravasar tudo que engasga, que atrapalha, batendo de frente...oxente, que é isso minha gente ! Mas é claro, logo depois, voltamos ao normal, a vida Maria, melhor ainda se ficar Dita, o comportamento que permanece inalterado, inalienável por ser mesmo condensado a tantas razões, onde cabe sómente o que podemos manter no coração, como a própria estima, a necessidade de sentir-se viva, entrar na roda, sambar na prosa e cantar com Ney Matogrosso..." Filosofia é como ja dizia minha vó, antes mal acompanhado do que só, você precisa e de um homem pra chamar de seu, mesmo que esse homem seja eu"....pois é, isso é comigo e Alice, andando nas nuvens e chutando bolas de algodão doce....entre eu e você a distância é o seu passo em minha direção ...Moço...Moçoooo...dá uma ajeitada na sua bussola e me mande um presente,uma seda, uma renda, qualquer coisa que me faça entender a importância de ficar a seu lado, na chuva na fazenda, ou numa casinha de sapê...de volta ao futuro, eu busco ser uma só, mas tem jeito não...Severina, vira e mexe, entra arretada e fala...e fala...mulher de sangue quente, desejando apenas a semente de terras estrangeiras para dar bandeira, tocando zabumba, no forró eletrizante dos cabarés da vida. Peço desculpas não...quem escreve é a Severina !Ah...e está gritando com Alice..Acordaaa Menina !
Beijos e Xeiros da Maluzinha !

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