Escrever sem corretor ortográfico, para alguns um fiasco, afinal todos desejam mais é o perfeito, correto.Penso no obsoleto para algumas mentes ditas pensantes, não desejo escrever corretamente, mas sim certamente, então fica o erro, proposital, para que extraiam o sentido da minha leitura, a essência que primei em resgatar- do fundo, profundo, como oceano, bem mais tirano, seco e quem sabe objetivo, rimado, desencontrado. Sei lá, deixo meu instinto fluir, pegar a pena e mandar ver. Se não gosto, assim mesmo posto, afinal não sou mestre do meu eu, uma buscadora extremada, sem vontade de agradar e menos ainda entender. Preciso escrever e ser...já é alguma coisa.Uns acham atitude de sonsa, prefiro a defesa, o ataque sempre mostra evidências, enfim, coisas de espadachins e guaxinins...Eu aqui falo de amor, dor, guerra, leviandade e já frisei, é minha posição quanto ao tema, sem pretenções de mudar posição de alguém ou nin guém, entao é assim que se tem uma vasta incoerência, própria das letras que saem, jorram, pulam frenéticas diante de uma brecha.
- Eu sou romântica, sonhadora, amadora sempre em assuntos de interlúdios, crepúsculos, conservadora extremamente liberal, um paradoxo bem ortodoxo. Simples em minha complexidade, que poucos alcançaram, preferindo eu assim, viver neste espaço entre o bonito e o inacabado, o sonho e a fé, alicerçados pela verdade, de uma consciência que bate e bate, feito martelo, e eu pergunto, onde está esse bendito prego ? Eu quero mais é cantar e dançar, em uma espaçonave qualquer e se me perguntarem pra onde vou ? Responderei, não sei, apenas sei que sei. O amor me exercita, suaviza minha rudeza, chego a ficar princesa, outras vezes uma pedreira, eita...não me importo quanto ao pensares do todo, já me basta o meu pensar , nas guerras frias, tecnológicas, como sempre idiotas, sem um objetivo real, ferir com uma rosa (lembra aquela de hiroshima) é o sonho de consumo da maioria que ama um inferno astral na vida do seu igual. Danem se as convenções, as modernidades, tudo passa, eu passo, você está passando também. Alguns pensam que não sei mais morder, mas se colocarem o dedinho na minha boca sairão no preju, que coisa mais feia Malu, é assim a vida, em briga de gente grande, não se toca na ferida, enfim eu escrevo, com apreço e amo as letras, dissonantes e errantes, como todos nós.! Nasci negra, nariz empinado, e discurso, sinto, mas não faço, prefiro agir, como aprendi, no silêncio da paz, e como toda mulher de raça e graça, enfrento a vida na base da alegria, não entendo coragem, vou e faço depois vejo o resultado, penso antes o depois é sempre o reflexo do espelho de minhas águas, misturadas as suas.Que coisa profunda! Hoje estou na lua !
- Um beijo e um xeirooo!!!
- Maluzinha
segunda-feira, 19 de abril de 2010
Santa ignorância !
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